segunda-feira, 25 de julho de 2011

Cuiabano pode estreiar pelo Flamengo sábado


O atacante Jael fez nesta segunda-feira seu primeiro treino com bola no Ninho do Urubu.

O jogador, ex-Portuguesa, já havia feito um trabalho físico no CT na última sexta-feira.

Depois de chegar com dois quilos acima do peso, o reforço luta para entrar em forma a tempo de ser relacionado no jogo deste sábado, contra o Grêmio, às 18h30m, no Engenhão.

Antes, o time enfrenta o Santos, quarta-feira, às 21h50m, na Vila Belmiro.

Jael sempre está em Cuiabá, onde a família mora na região do CPA, e faz jogos beneficientes.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Tá sobrando Corinthians ao time de Tite


Quando o alvinegro paulista foi eliminado da Taça Libertadores da América para o Tolima, este blogueiro escreveu aqui mesmo que "faltou" Corinthians ao time do Tite.

Eu queria dizer que aquela equipe que jogou na Colômbia não colocou alma em campo, não jogou com raça, como os corintianos gostam.

Hoje não, hoje a coisa mudou. A raça em campo é o que leva esse time para incríveis nove vitórias em dez jogos.

Se a técnica não é a mais brilhante, a vontade está bem acima dos jogadores de outras equipes, isso é claro nos jogos do Corinthians.

Welder faz os corintianos lembrarem de Zé Maria, rápido no ataque e eficiente na defesa.

Chicão e Castán nos lembram Gamarra e Fábio Luciano, dupla segura, técnica e entrosada.

Fábio Santos, na esquerda, nos lembra Sylvinho, que se não agradava a todos, também mantinha regularidade do lado esquerdo do campo.

Ralf e Paulinho é a cópia melhorada de Rincón e Vampeta no meio campo. Digo melhorada, pois os dois tem a mesma eficiência da dupla, com a diferença que não tumultuam o ambiente como os dois tumultuavam.

Danilo é o nosso Neto. Jogou em uma equipe rival, enfrentou desconfianças quando chegou, mas no momento leva o Corinthians com as assistências para o topo da tabela.

Pela sua mobilidade em campo e entrega, sem falar na identificação com a Fiel, Jorge Henrique hoje pode ser comparado a Luizinho, ídolo do Timão na conquista do centenário. Vale lembrar que ele também fez gols decisivos em 2009, quando o Corinthians foi campeão da Copa do Brasil e do Paulista.

William, pela sua velocidade, eficiência na hora de fazer os gols, pode ser comparado ao capetinha Edílson.

O atacante brigador, que faz os gols, do jeito que a bola vem, redonda ou quadrada, nos faz lembrar Casagrande, com a nove do ataque. Liédson nos lembra e muito um dos maiores ídolos da Fiel.

Por último eu deixei o goleiro Júlio César, que deveria ser o primeiro. Júlio é a mistura da técnica de Gilmar dos Santos Neves, da raça e identificação com o Corinthians de Ronaldo e da frieza de Dida.

Ontem, após fraturar o dedo e continuar na partida, colocou o nome na galeria de ídolos do alvinegro.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Parabéns Brasil, mais um recorde!


A nossa seleção brasileira é admirada pela nação por ser o recordista em títulos na Copa do Mundo, somando um total de cinco.

Somos o país que mais exporta jogadores para a Europa.

Na eleição da Fifa, o Brasil bate recorde em número de vezes que teve um jogador eleito o melhor do mundo. Isso porque na época do Pelé não tinha e eleição.

Mas ontem, o Brasil bateu mais um recorde, como uma amiga minha me lembrou.

Foram 120 minutos e mais quatro cobranças de pênaltis sem fazer gols! Recorde mundial e ninguém reconhece!

A verdade é que desde a década de 80, quando tivemos Careca no ataque, o Brasil sempre teve um centroavante diferenciado, quando veio depois Romário e Ronaldo.

Neymar, ah Neymar, ainda tem que comer muito arroz com feijão para não ser um novo Robinho na Europa.

Começa o Brasileiro para os clubes mato-grossenses


Neste final de semana o Luverdense, pela Série C, o Cuiabá e o Vila Aurora, pela Série D, estrearam no Campeonato Brasileiro.

Os três clubes jogaram fora de casa e apenas o Cuiabá conseguiu retornar a Mato Grosso com uma vitória, em cima do Penarol-AM, por 2x1.

O Vila Aurora, que é do mesmo grupo do Dourado, conseguiu um bom resultado ao empatar em 0x0 com o Nacional, em Manaus.

O Luverdense, que luta por uma vaga na Série B, perdeu fora de casa para o Águia de Marabá por 1x0.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Barcelona brasileiro


Muitos podem achar que é exagero, mas o técnico Tite conseguiu fazer com a equipe do Corinthians algo que parecia imposs~ivel, jogar como o Barcelona.

Vão me criticar, falar que escrevo com emoção, mas não estou dizendo que o Corinthians é igual ao Barça, pois falta, e muito, qualidade técnica.

Mas sem a bola, o alvinegro paulista marca igual, sem dar espaço para o adversário jogar.

Com três atacantes, todos marcam atrás da linha da bola, como faz o Barcelona.

Para atacar, o Corinthians não tem o Messi, Xavi e Iniesta, mas nem precisa, pois o futebol brasileiro é mais fraco tecnicamente.

Todos sabem que eu sempre fui um dos principais críticos do Tite, mas é louvável a metodologia implantada no Corinthians por ele.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Boliviano que fez gol na argentina nasceu em Cuiabá


É isso aí, meio boliviano, meio brasileiro, mas totalmente cuiabano.

O desconhecido Edivaldo, abriu o placar do jogo contra a Argentina, jogando pela Bolívia, marcou o o primeiro gol da Copa América, e, diga-se por passagem, um golaço, de letra.

A Argentina suou para alcançar o empate com o cunhado de Maradona, Aguero, um golaço por sinal.

Aguero mostrou em 20 minutos, que o técnico Sérgio Batista erra ao deixá-lo no banco para o esforçado Lavezzi, que apenas corre.

O placar de 1 x 1 ficou de bom tamanho para os hermanos, que não teve chance tão clara de gol como Marcelo Moreno, atacante boliviano, que cara a cara com o goleiro, não conseguiu ampliar para a Bolívia.

De qualquer maneira, é bom saber que um cuiabano de tchapa e cruz fez a primeira alegria brasileira na Copa América.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Corinthians, o único!


ÚNICO INVICTO entre os paulistas neste Campeonato Brasileiro; único time a derrotar, e golear, o líder São Paulo até aqui; único a jamais ter feito a festa que os santistas fazem pela terceira vez, assim como os tricolores já fizeram outras três e os palmeirenses ao menos uma; este é o Corinthians, único também entre os grandes de São Paulo sem casa própria.

E foi no Pacaembu, na casa que virou sua sem sê- -la, que o Timão se aproveitou dos desfalques são- -paulinos e o venceu sem dificuldades depois que o tricolor ficou com dez em campo, ainda no primeiro tempo.

Os 5 a 0 foram a exata tradução da superioridade alvinegra, coroada com olé e uma infinidade de bolas entre as pernas.

Pois o Corinthians é tão grande, e aparentemente tão mais importante que os rivais, embora não possa concorrer com nenhum deles na relevância dos troféus conquistados, que impressiona como nenhum de seus adversários festeje coisa alguma sem fazer questão de lembrá-lo.

Se é ainda polêmica a tese freudiana sobre a inveja que a mulher teria do pênis, parece indiscutível o ciúmes que o tamanho da torcida corintiana desperta em seus concorrentes.

Porque não há outra explicação para as inúmeras agressões à nação corintiana em meio aos mais que justificados festejos praianos, assim como acontece quando a festa é alviverde ou tricolor - ou até mesmo rubro-negra e colorada.

Se é raro que o Corinthians tenha uma direção que chame a atenção por suas qualidades, como na época dourada da "Democracia Corinthiana", é frequente que se veja apontados entre os defeitos do seu comando os mesmos que se apresentam nos demais clubes.

E se o Corinthians não é o único dos grandes paulistas a conhecer a segunda divisão, só ele ganhou o primeiro Mundial de Clubes da Fifa, apesar de também apenas ele ter o título contestado.

Quem sabe um dia o Corinthians seja visto como mais um, depois de ganhar sua Libertadores e inaugurar o seu estádio, sobre o qual, com razão, pairam as mesmas críticas que um dia recaíram sobre o Morumbi, justa ou injustamente.

Porque imaginar o Corinthians com torcida menor do que alguém é perda de tempo, o que deixa um único caminho aos rivais: o de se dar conta que se nem festa são capazes de fazer sem lembrar a existência corintiana é porque importante mesmo é quem é sempre lembrado